JUSTIÇA

Publicada em 26/02/18 às 19:48h - 313 visualizações
Pai de vítima da boate Kiss processado por promotor se reúne com Cármen Lúcia e PGR em Brasília.

fonte: g1.globo.com


Encontros ocorreram na tarde desta quinta-feira (22). Flávio José da Silva e o diretor jurídico Paulo Carvalho pediram agilidade na análise de processo movido por um promotor de Justiça, e trataram da federalização do caso.
Pais de vítimas do incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas na madrugada de 27 de janeiro de 2013 em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, se reuniram na tarde desta quinta-feira (22) com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, e com representantes da Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília. Entre eles estava o vice-presidente da Associação de Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), Flávio da Silva, que foi processado por calúnia por um promotor de Justiça.
Além do processo envolvendo Silva, as reuniões abordaram o pedido de federalização do caso, que estava sendo analisado pela PGR. Participaram também o diretor jurídico da AVTSM, Paulo Carvalho, que também é pai de uma das vítimas, e o advogado Pedro Barcellos Jr., que representa a entidade.
Segundo Carvalho, o encontro com a ministra do STF foi considerado "muito positivo". Eles pediram à presidente da Corte agilidade da análise do recurso encaminhado a respeito do processo judicial em que Flávio é acusado de calúnia por um promotor de Justiça.
"Ele também pediu para ser ouvido antes, porque ele claramente não disse nenhuma mentira", relata Paulo Carvalho, que acompanhou a reunião.
O diretor jurídico da associação conta que a ministra foi muito solícita e cordial com a comitiva, que foi recebida por volta das 18h30 e ficou na sala com ela por cerca de 30 minutos. Ele ressaltou, ainda, que a intenção do grupo não é interferir no julgamento.
"Ela nos atendeu de uma forma muito atenciosa e de muito carinho. Disse a nós que o processo não chegou aqui ainda, mas que vai dar atenção a essa situação. Nós não pedimos nenhuma interferência, somente que olhasse essa questão que estamos colocando", salienta.
No último dia 7, foi protocolado um recurso de "exceção da verdade", que questiona o entendimento do autor do processo de que informações colocadas em cartazes espalhados Por Santa Maria são caluniosas. O advogado Pedro Barcellos Jr, que defende Flávio, questiona por que foi negada a subida a Brasília do recurso extraordinário apresentado.
Horas antes, o mesmo grupo se reuniu com representantes da PGR para discutir a federalização do processo criminal da boate Kiss. Em uma reunião que durou quase duas horas, Carvalho afirma que foram trocadas diversas informações entre os membros da AVTSM e os procuradores.
"Eles pediram mais informações e nós vamos enviar para eles e avançar nesse processo, para ser julgada a federalização. Mas queria dizer que não somos contra o Ministério Público. Somos contra ninguém [do MP]ter sido processado criminalmente, com tantas irregularidades, denúncias e o conhecimento dos poderes públicos", justifica.
Atualmente, quatro pessoas respondem na Justiça: dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que teriam acendido sinalizadores na boate, e dois sócios da Boate Kiss.




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