CURIOSIDADES

Publicada em 30/07/16 às 18:31h - 976 visualizações
Sargento de 100 anos diz que segredo é o churrasco

fonte: diariosp.com.br


Não abro mão do churrasco aos sábados. E também só tomo bebidas com três tipos de qualidade: a nacional, a importada e a falsificada". É com esse bom humor que o 2 sargento aposentado João Alves Teixeira, de 100 anos, o mais antigo PM vivo, revela os segredos de sua longevidade. E por ter um século de idade, completados em 16 de fevereiro, recebeu ontem a Medalha Centenário da Caixa Beneficente da PM.

Atualmente, Alves evita os destilados, que tomou durante a maior parte da vida - sempre com moderação, garante - e bebe uma cerveja "de vez em quando". Além disso, conta que sempre praticou esportes, nunca fumou e preferia ficar com a família nos momentos de folga. "Nunca fui de fazer noitadas. Não sou de baladas", conta, mostrando-se atualizado às gírias de hoje, graças à ajuda dos 12 bisnetos.

Durante a carreira, a maior parte dela no interior, vários casos que atendia eram de roubo de cavalos. "Os roubos eram em fazendas de cidades como Pindorama e Catanduva (na região de São José do Rio Preto). Troquei muitos tiros e prendi muitos deles, mas nunca conseguia recuperar os cavalos".

Ao comparar a criminalidade de antigamente com a que existe agora, o 2 sargento diz se assustar com o tráfico de drogas. "Nunca fiz uma apreensão de entorpecentes na vida. Além do roubo de cavalos, eram mais batedores de carteiras na minha época. Hoje a droga tomou conta do país", lamentou o PM aposentado há 56 anos.

INGRESSO EM 1941 / Alves ingressou na PM, em 1941, quando a corporação ainda se chamava Força Pública. Antes disso, ele trabalhava em uma estrada de ferro em Sorocaba e, após pedir demissão, resolveu tentar a vida na capital.

"Cheguei à Estação da Luz e vi uma fila grande. Soube que era para a Força Pública e resolvi tentar. Passei o dia inteiro lá e consegui fazer minha inscrição", explicou, com uma memória invejável para a sua idade. O sargento lembra, inclusive, que quase foi barrado no primeiro dia de seleção. "A altura mínima era 1,60 m e eu tinha 1,59 m (hoje a altura mínima para homens é 1,65 m). Mas acabei passando em todos os exames e me deixaram fazer a escola de soldados".

Um ano mais tarde, o Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial contra Alemanha e Itália e homens da Força Pública eram chamados para o combate. Alves trabalhava em Boitiva, a 113 quilômetros de São Paulo e, na época, quem cumpria jornada a até 150 quilômetros da capital poderia ser chamado. "Não fui convocado do primeiro até o quarto escalão. No quinto até meus superiores diziam que eu seria chamado, mas aí a guerra acabou. Eu gostaria de ter participado", disse.

Depois veio a formação como cabo em Sorocaba e a partir daí começou a servir em inúmeras cidades do interior. Entre elas, Valentim Gentil, na região de Votuporanga, em 1956. "Só tinha mato. Não havia água encanada, luz, telefone ou viatura. Quando tinha ocorrência, o jeito era pedir um carro emprestado para a Prefeitura. Mas no fim dava tudo certo".

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