COLUNISTAS

Publicada em 08/08/16 às 12:21h - 791 visualizações
O Malvado Favorito.

Aparecido da Cruz


 (Foto: conexaobombeiro.com.br)

"Quem não conhece e não valoriza sua história, renega sua própria existência legitimando o opressor".

Desde muito tempo temos defendido a ideia de que o Bombeiro Civil deve fazer parte e também ser ativo em uma instituição de classe ou da categoria. Motivo pelo qual dedicamos parte de nosso livro "Bombeiro Civil no Brasil" para a abordagem sobre o assunto nas páginas 89 e 90 da 3ª edição de 2013 com reimpressão em 2014.


Mas não obstante o ali descrito (não produto de nossa cabeça), mas uma analise criteriosa com base em renomadas pesquisas de campo, percebemos e presenciamos nesses mais de 20 anos de atuação, o nascimento, adoecimento e morte de diversas instituições, associações e entidades que se propuseram a dar corpo e fazer coro às necessidades básica da categoria Bombeiro Civil, em nível nacional. Infelizmente, muitas delas foram a "UTI institucional" e de lá restou apenas o féretro em decomposição.


Sempre defendi, mesmo sendo desprezado por eles, as prerrogativas legais dos sindicatos, que a exemplo de algumas denominações religiosas se tornaram tronos com "reis" e "soberanos" que demonstram total insensibilidade com as causas e necessidades reais dos Bombeiros Civis. Alguns até se movimentaram, a exemplo do sindicato de São Paulo, que se sentindo ameaçado pelo crescimento das entidades paralelas, viu-se acuado a realizar alguma coisa em prol da legislação estadual, algo que foi construído por diversas entidades e o corpo de bombeiros militar em diversas mesas de conversa ao longo de mais de dois anos.


De outra forma a experiência tem mostrado ao longo do tempo uma grande fragmentação das instituições, parece que a cada meio dia nasce uma nova instituição bombeiril, ou seja, mais um grupo reivindicando para si o que deveria ser de todos. Dessa forma, oportunidades são negligenciadas, entidades sérias são confundidas com arapucas e grandes ícones "enterrados vivos",


fazendo alusão do desconhecimento de nossa própria história. Pois, quem não conhece e respeita sua historia e os que fazem parte e do tempo dela, está fadado ao fracasso institucional e a renegar sua própria existência.


Portanto, já é passado o tempo de entender a grandeza de nossos heróis bombeiros civis, com efetivas ações globais e consolidadas e sem vaidades individuais de qualquer natureza. Lembro-me que, quando começamos os encontros de bombeiros em Guarulhos, realizados bienalmente, nada havia no Brasil dessa natureza; quando escrevemos o livro Bombeiro Civil no Brasil, nada havia do gênero, mas mesmo contra as expectativas dos especuladores fizemos nossa parte, às vezes lutando contra ideais que gananciosos usurpadores da profissão, que auferindo lucros exorbitantes em suas escolas de formação, nunca entenderam o altruísmo do realizar e sonhar coletivo que propomos.


Enfim, neste artigo conclamamos e provocamos todos a uma urgente reflexão sobre nossa identidade, nossas bases, nossa historia e nossas instituições, reescrevendo, ainda que com muito sacrifício, como têm feito a FEBRABOM, encurtar distâncias institucionais em prol de um único objetivo, sem, contudo, esquecer-se de olhar para trás e construir uma categoria homogênea e mais unida de fato com base em sua raiz mater, ou seja, o embrião da força. Ou seja, seguir o exemplo de instituições que dão certo.


Sei que para algumas "lideranças" de bombeiros civis, isso pode cheirar a mais ferrenha utopia, mas quem não sonha junto, não pode vislumbrar o enigma do sonho, quem não planta junto, não participará efetivamente do desfrutar dos frutos, ainda que alguns, pela inércia dos que gostam de pratos prontos, o tenham conseguido de forma espúria e negligente, mas não é culpa deles e sim dos que como os Minions (Filme Americano de Brian Lynch), sempre estão a busca do novo chefe, ainda que este seja seu malvado favorito.

É desse tipo de profissional que se fartam as contas bancárias dos inescrupulosos inimigos da causa (travestidos de amigos, multiplicadores, instrutores, supervisores máster e etc.), que pela ignorância dos que não querem ler, pensar e agir, são massas de manobra mais delicadas que amoeba, mais instáveis que a argila das massinhas em mãos de crianças amortecidas pelas cores.

            WWW.CONEXAOBOMBEIRO.COM.BR




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