BOMBEIROS

Publicada em 22/11/19 às 11:15h - 133 visualizações
Major da reserva do Corpo de Bombeiros é condenado por falsidade ideológica no RS.

fonte; gauchazh


Ele foi sentenciado por ter facilitado a liberação de PPCI, mas teve a pena suspensa porque a condenação foi a menos de dois anos de prisão.
A 1ª Auditoria da Justiça Militar condenou o major da reserva Iremar Nogueira Charopen, do Corpo de Bombeiros, a um ano e dois meses de prisão, por falsidade ideológica. O julgamento aconteceu nesta quarta-feira (21) e ele teve direito a sursis (sentença suspensa) porque a pena é inferior a dois anos.
Ex-comandante de unidades dos bombeiros em cidades da Região Metropolitana, Charopen era réu em decorrência de irregularidades na fiscalização de Planos de Prevenção e Combate a Incêndio (PPCI). No caso específico em julgamento, o major teria liberado o dono de um prédio comercial da instalação de sistema hidráulico de prevenção de incêndio de alto custo. O fato aconteceu em Gravataí. O Ministério Público sustenta que o oficial fazia isso mediante pagamento de propina.
Os juízes militares, por quatro votos a um, condenaram Charopen por ter isentado o prédio comercial da necessidade de instalar sprinklers (aparelhos chamados de chuveirinhos, que combatem incêndio), quando ele deveria ter obrigado a adoção desse sistema de segurança.
Além de pegar pena mínima, Charopen foi libertado. Ele cumpria prisão preventiva por ter deixado de se apresentar diversas vezes em sessões da Justiça Militar, forçando adiamentos no julgamento. Os magistrados consideraram que não se justificava mais a prisão, na medida em que o major se apresentou para ser julgado.
Charopen responde a dois outros processos na Justiça Militar, por crimes como corrupção passiva, estelionato e falsidade ideológica. Todos referentes ao período em que comandava guarnições de bombeiros.
CONTRAPONTO
O que dizem os advogados de Iremar Charopen
Os advogados Daniel Tonetto, Tiago Carijo e Everton Oltramari informam que vão recorrer contra a condenação, porque consideram o réu inocente. Eles consideram uma vitória a pena mínima e a libertação do major. "O juiz (oficial da BM) que deu voto absolvitório ao major Charopen é engenheiro químico, com doutorado. E entendeu perfeitamente a conduta do oficial sobre a expedição do alvará e discorreu sobre as inúmeras leis e suas interpretações, bem como suas incontáveis mudanças", enfatiza Tonetto.



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