BOMBEIROS

Publicada em 17/09/19 às 11:31h - 167 visualizações
Sobe para 12 o número de mortos no incêndio em hospital no Rio.

fonte: G1


Mais de 60 pessoas ainda estão internadas. As investigações se concentram no gerador de energia elétrica do Hospital Badim.
Subiu para 12 o número de mortos vítimas do incêndio do Hospital Badim, no Rio de Janeiro. Sessenta e quatro pessoas ainda estão internadas.
A 12ª vítima morreu nesta segunda-feira (16) de manhã. Depois do incêndio, Yolandina Gaspar foi transferida para um hospital na Zona Sul do Rio. Ela sofria de problemas renais crônicos, que teriam se agravado por ter inalado muita fumaça.
Uma funcionária do Hospital Badim foi internada no domingo (15) à noite com sintomas, provavelmente, decorrentes de intoxicação. Outras 64 pessoas continuam internadas.
Na tarde desta segunda, dois funcionários do hospital prestaram depoimento na delegacia. O conteúdo não foi revelado. Os advogados do hospital não deram entrevista.
As investigações se concentram no gerador de energia elétrica do Hospital Badim. Os peritos vão retirar o gerador do subsolo, desmontá-lo e analisar peça por peça. Isso para descobrir o que provocou o fogo.
A perícia esteve no Badim pela terceira vez e buscou indícios no gerador. Eles fizeram uma vistoria nos seis andares do prédio, inclusive no terraço. Verificaram as instalações elétricas e os dutos de ar. Os investigadores devem voltar nesta terça-feira (17) com os técnicos responsáveis pela manutenção do gerador.
Imagens do circuito interno do hospital, exibidas no domingo (15) pelo Fantástico, mostram o gerador e alguns dos quatro tanques de óleo diesel. Cada um desses tanques pode guardar até 250 litros. Mas não há informações sobre quanto combustível havia estocado. As imagens mostram o momento que falta energia. No canto esquerdo, onde está o gerador, aparecem pontos de luz. Os peritos não sabem ainda se esse é um sinal de curto-circuito ou apenas uma luminária no teto.
Em seguida o hospital fica às escuras por oito segundos. Depois, aparece fumaça já perto do gerador. Os funcionários da manutenção chegam com extintores. Não se percebe a ação de brigadistas. A fumaça escura e densa se espalha. Do primeiro sinal de problemas no gerador até o momento em que a fumaça invade o hospital se passam oito minutos. Nesses oito minutos, as câmeras não registram a retirada de pacientes e nenhum sinal de alerta.
Depois de analisar as imagens, a polícia quer saber se o Hospital Badim pode ter demorado a acionar o plano de emergência para retirar pacientes, acompanhantes e funcionários do prédio.
O Hospital Badim informou que o prédio tinha todos os equipamentos de incêndio exigidos por lei, como portas corta-fogo, extintores, detectores de fumaça com alarmes sonoros e que todos funcionaram no momento do incêndio. Disse ainda que uma equipe de brigadistas treinados estava no prédio no momento do fogo e optou por esvaziar o hospital.
O hospital não respondeu se foram esses brigadistas treinados que tentaram conter o incêndio no gerador.
Sobre a localização do gerador, o Hospital Badim diz que ele estava em uma área isolada, que não é usada como garagem pelo público externo.



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