BOMBEIROS

Publicada em 04/03/19 às 18:57h - 218 visualizações
Bombeiro alvo da Lava Jato é exonerado de órgão que arrecada taxa de incêndio no Rio.

fonte: extra.globo


O coronel Marcus Belchior Correa Bento foi exonerado, a pedido, do  Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom). A exoneração foi publicada na edição desta quinta-feira do boletim da corporação — apenas um dia depois da imprensa revelar que Belchir é acusado pela força-tarefa da Lava Jato de receber R$ 252 mil em propina por obras durante sua gestão como secretário de Conservação do município do Rio. O Funesbom é o órgão responsável pela aplicação de recursos arrecadados com a taxa de incêndio. De acordo com a própria corporação, o ocupante do cargo é responsável pela "viabilização da arrecadação, atuando junto às prefeituras municipais para obter cadastros para expedição do tributo".
Belchior foi secretário de Conservação de 2012 a 2016, na gestão de Eduardo Paes. Em janeiro de 2018, o oficial bombeiro foi um dos alvos da Operação Mãos à Obra, que levou à prisão outro ex-secretário da gestão Paes, Alexandre Pinto, que comandou a pasta de Obras. Na ocasião, mandados de busca foram cumpridos em endereços do coronel e ele foi intimado a depor na Superintendência da Polícia Federalno Rio.
Na ocasião, o delator Celso Ramos, empresário que fornecia material para empreiteiras com contratos com a prefeitura e depois tornou-se operador de Alexandre Pinto, afirmou que sua empresa forneceu pigmento de asfalto para a Odebrecht usado nas obras da Transoeste. Em razão disso, houve pagamento de propina ao ex-secretário de Obras. Mas, segundo o delator, em razão da necessidade de conservação da via, Alexandre Pinto indicou a Marcus Belchior a empresa de Ramos para o fornecimento do material.
De acordo com Ramos, numa primeira reunião com o ex-secretário de Conservação, não houve solicitação de propina. Mas, quando o contrato foi iniciado, um assessor de Belchior procurou o delator. Ficou acertado, segundo o MPF, uma propina de R$ 2 por quilo de pigmento fornecido à prefeitura. Depois, no entanto, o próprio ex-secretário procurou o delator também para pedir vantagens indevidas, sendo ajustado do valor de R$ 1 por quilo do material. Ao todo, o delator afirmou ter pago R$ 252 mil a Belchior e a um assessor.
O Corpo de Bombeiros alegou que "acompanha o caso" e que "até o momento, não foi oferecida denúncia à Justiça que justifique inelegibilidade para o cargo". Belchior foi nomeado pelo comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Roberto Robadey Costa Junior, que está à frente da corporação desde a gestão passada.
O Funesbom, segundo seu site oficial, "é o órgão destinado à aplicação de recursos financeiros na provisão das necessidades da corporação para salvar e proteger bens e vidas em todo o Estado do Rio de Janeiro". Já a taxa de incêndio, imposto arrecadado pelo Corpo de Bombeiros desde 1997, é destinado "ao reequipamento da corporação, nas áreas de salvamento e combate e prevenção de 
incêndio, proporcionando maior proteção à população".

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