BOMBEIROS

Publicada em 14/06/18 às 20:19h - 222 visualizações
PM e Bombeiros querem restringir regras para promoções de seus praças e oficiais no RJ.

fonte: extra.globo


Começa a ganhar forma o interesse da Polícia Militar do Rio e do Corpo de Bombeiros em restringir as promoções de praças e oficiais. O comando das duas corporações repassou, nos últimos dias, esboços de um projeto de lei — para tratar dos oficiais — e de um decreto — para alterar regras de praças — que visam aumentar o tempo de permanência dos servidores em cada patente. No fim, o desejo maior é o de mudar o caráter "automático" das promoções nas duas corporações, diminuir o peso dos salários mais altos sobre o Orçamento e de dificultar a ida para a inatividade com os vencimentos da ativa.
Hoje, integrantes do comando da PM farão uma apresentação à Comissão de Segurança da Alerj de um esboço do projeto que lei que irá tratar das mudanças para os oficiais. O encontro foi articulado pela presidente da comissão, deputada Martha Rocha (PDT). De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Rio (Seseg), as duas corporações apontaram diversos pontos passíveis de mudanças como, por exemplo, a necessidade de "qualificação do tempo de contribuição na ativa" e a "modificação do fluxo de carreira".
Ainda segundo a Seseg, em 5 anos, a folha de pagamento das duas corporações, unindo ativos, inativos e pensionistas, chegaria a R$ 1,3 bilhão. O gasto, hoje, é de R$ 733 milhões (segundo a folha de fevereiro, última disponibilizada pelo Estado).
Alerj: deputados temem possível projeto
Quanto à possibilidade da aplicação de novas regras para a promoção de oficiais e praças, deputados da Alerj já se colocam contrários a intenção das corporações. Caso um projeto de lei seja enviado para tratar das promoções de oficiais, a possibilidade de aprovação é quase zero:
— Ninguém vai querer mexer nisso agora. Se o projeto chegar, restringindo promoções, não duvido que seja virado ao avesso. Terá tanta emenda, que ficará mais fácil ser promovido — diz integrante da base do governo.
Nos bastidores, os integrantes das corporações sabem da dificuldade de aplicar uma medida que afetará diretamente a tropa. A possibilidade, neste momento, é de tratar do tema após as eleições, já em novembro. Procurado, o governador Luiz Fernando Pezão falou que o governo "ainda está estudando (o tema) e conversando com as entidades de classe". As corporações não informaram detalhes sobre seus efetivos, nem seus posicionamentos.



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