MESTRE APARECIDO



BIOGRAFIA Autor do Livro Bombeiro Civil no Brasil Doutor em Capelania pela FATECBA Mestre em Educação – Ênfase em Ciências da Religião Pós Graduado em Direito Militar pela EsaEx Pós Graduado em Segurança do Trabalho e Defesa Civil MBA em Recursos Humanos – T&D MBA em Segurança Pública - Enfase em Politicas para Segurança Municipal Atua a mais de 10 anos como Gestor de Bombeiros Técnico em Segurança do Trabalho com Especialização em Enfermagem do Trabalho Auditor em Segurança Contra Incêndio pela ACS Group Oficial de Capelania Interconfecional Coordenador do NUPREC Proteção e Defesa Civil Educador Social Voluntário Idealizador e Organizador do I, II, III , IV e V Encontro Internacional de Bombeiros, da Medalha Bravo Herói , da Medalha Amigo da Prevenção e da Medalha Carlos Natanael Geremias de Honra ao Mérito em Proteção e Defesa Civil. Membro da Associação Internacional de Policia e da Associação das Forças de Paz da ONU no Brasil


Publicada em 08/08/2016
O Malvado Favorito.

por MESTRE APARECIDO

"Quem não conhece e não valoriza sua história, renega sua própria existência legitimando o opressor".

Desde muito tempo temos defendido a ideia de que o Bombeiro Civil deve fazer parte e também ser ativo em uma instituição de classe ou da categoria. Motivo pelo qual dedicamos parte de nosso livro "Bombeiro Civil no Brasil" para a abordagem sobre o assunto nas páginas 89 e 90 da 3ª edição de 2013 com reimpressão em 2014.


Mas não obstante o ali descrito (não produto de nossa cabeça), mas uma analise criteriosa com base em renomadas pesquisas de campo, percebemos e presenciamos nesses mais de 20 anos de atuação, o nascimento, adoecimento e morte de diversas instituições, associações e entidades que se propuseram a dar corpo e fazer coro às necessidades básica da categoria Bombeiro Civil, em nível nacional. Infelizmente, muitas delas foram a "UTI institucional" e de lá restou apenas o féretro em decomposição.


Sempre defendi, mesmo sendo desprezado por eles, as prerrogativas legais dos sindicatos, que a exemplo de algumas denominações religiosas se tornaram tronos com "reis" e "soberanos" que demonstram total insensibilidade com as causas e necessidades reais dos Bombeiros Civis. Alguns até se movimentaram, a exemplo do sindicato de São Paulo, que se sentindo ameaçado pelo crescimento das entidades paralelas, viu-se acuado a realizar alguma coisa em prol da legislação estadual, algo que foi construído por diversas entidades e o corpo de bombeiros militar em diversas mesas de conversa ao longo de mais de dois anos.


De outra forma a experiência tem mostrado ao longo do tempo uma grande fragmentação das instituições, parece que a cada meio dia nasce uma nova instituição bombeiril, ou seja, mais um grupo reivindicando para si o que deveria ser de todos. Dessa forma, oportunidades são negligenciadas, entidades sérias são confundidas com arapucas e grandes ícones "enterrados vivos",


fazendo alusão do desconhecimento de nossa própria história. Pois, quem não conhece e respeita sua historia e os que fazem parte e do tempo dela, está fadado ao fracasso institucional e a renegar sua própria existência.


Portanto, já é passado o tempo de entender a grandeza de nossos heróis bombeiros civis, com efetivas ações globais e consolidadas e sem vaidades individuais de qualquer natureza. Lembro-me que, quando começamos os encontros de bombeiros em Guarulhos, realizados bienalmente, nada havia no Brasil dessa natureza; quando escrevemos o livro Bombeiro Civil no Brasil, nada havia do gênero, mas mesmo contra as expectativas dos especuladores fizemos nossa parte, às vezes lutando contra ideais que gananciosos usurpadores da profissão, que auferindo lucros exorbitantes em suas escolas de formação, nunca entenderam o altruísmo do realizar e sonhar coletivo que propomos.


Enfim, neste artigo conclamamos e provocamos todos a uma urgente reflexão sobre nossa identidade, nossas bases, nossa historia e nossas instituições, reescrevendo, ainda que com muito sacrifício, como têm feito a FEBRABOM, encurtar distâncias institucionais em prol de um único objetivo, sem, contudo, esquecer-se de olhar para trás e construir uma categoria homogênea e mais unida de fato com base em sua raiz mater, ou seja, o embrião da força. Ou seja, seguir o exemplo de instituições que dão certo.


Sei que para algumas "lideranças" de bombeiros civis, isso pode cheirar a mais ferrenha utopia, mas quem não sonha junto, não pode vislumbrar o enigma do sonho, quem não planta junto, não participará efetivamente do desfrutar dos frutos, ainda que alguns, pela inércia dos que gostam de pratos prontos, o tenham conseguido de forma espúria e negligente, mas não é culpa deles e sim dos que como os Minions (Filme Americano de Brian Lynch), sempre estão a busca do novo chefe, ainda que este seja seu malvado favorito.

É desse tipo de profissional que se fartam as contas bancárias dos inescrupulosos inimigos da causa (travestidos de amigos, multiplicadores, instrutores, supervisores máster e etc.), que pela ignorância dos que não querem ler, pensar e agir, são massas de manobra mais delicadas que amoeba, mais instáveis que a argila das massinhas em mãos de crianças amortecidas pelas cores.







Publicada em 05/05/2016
O Bombeiro Civil e a Lei do Uniforme

por MESTRE APARECIDO

Entendemos que o tema é relevante e de grande importância para todos os bombeiros civis e voluntários, uma vez que, o "tema" uniforme, sempre está na pauta de discussão em diversas instancias e eventos, principalmente nos movimentos representativos da categoria e inclusive em organizações não governamentais que atuam no voluntariado consciente e integrador.

Desde 05 de Junho de 2012 está em vigor a lei 12.664, uma lei de âmbito e validade nacional que dispõe sobre a venda de uniformes das Forças Armadas, dos órgãos de segurança pública, das guardas municipais e das empresas de segurança privada, estabelecendo normas gerais para comercialização, aquisição e inclusive, proibição de semelhança com os uniformes das instituições privadas com os dos corpos de bombeiros militares e outras instituições públicas da mesma monta.

Dessa forma, reveste-se de interesse para a categoria de Bombeiros Civis, sejam eles de natureza comercial ou voluntaria a atenção redobrada com este item, visando evitar desgastes desnecessários a toda à categoria e com algumas má informadas autoridades, que interpretando o texto de forma aleatória ao texto legal, vem criando diversos empecilhos ao transito de bombeiros civis e voluntários em diversas situações, principalmente no transito de ocorrências.

Cumpre-me, contudo ressaltar que, a rigor o texto legal abrange ou deveria apenas abranger as empresas de segurança privada (serviço de vigilância), é o que diz o texto legal, no entanto, o objetivo dos interlocutores da lei não era esse singular e sim atingir indiretamente os bombeiros civis e voluntários em virtude de seu expoente crescimento e organização, muitas vezes com uniformes muito mais bem apresentáveis que muitos bombeiros militares. O que sugeriria um golpe a categoria, sob a égide de invocar a usurpação de função pública.

Concordo que há muita confusão em alguns casos isolados, em que o excesso de algumas "arvores de natal" de plantão, com inúmeros brevês desnecessários, realmente não só incomodam as autoridades, como aos profissionais de bom senso que atuam com honestidade e humildade no meio. No entanto, como nesse mundo nada se cria, tudo se copia, há de se invocar o bom senso para perceber, sem esforço, que é quase impossível não haver semelhança dentre os uniformes e fardamentos existentes em um país continental como o nosso, bem como não ha coerência na padronização dos mesmos, dadas especificidades operacionais e regionais.

Um exemplo típico, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de São Paulo recentemente fez a mudança de seu fardamento oficial, adotando a camiseta vermelha (em uso pelos bombeiros civis a anos) como peça de seu fardamento peculiar. Agora imaginemos se o CBPMESP resolvesse iniciar uma "caça as bruxas" e proibissem o uso da camiseta vermelha pelos bombeiros civis; seria um retrocesso imenso, pois há vários símbolos da policia paulista que são idênticos aos de diversas forças pelo mundo a fora, não sendo reivindicados por nenhuma delas.

Portanto, para não concluir, resta-nos estar atentos a esta e a outras leis, para não sermos impedidos de gozar as prerrogativas conquistadas ao longo do tempo por nossa nobre categoria, vislumbrando que "profissional informado é mais bem preparado", principalmente para não ser levado pela falta de conhecimento de algumas péssimas autoridades.






Publicada em 11/04/2016
Três Pesos Muitas Medidas

por MESTRE APARECIDO

 Três pesos, muitas medidas..."Só é habilitado a tocar na ferida quem tem a competência de curá-la" A.Cruz Em mais uma edição desta valorosa publicação bombeiril ia me ater a comentar sobre o Bombeiro Civil e a Lei do Uniforme, no entanto, nasceu em mim a vontade de falar nesta coluna algo que sutilmente já tratei no livro Bombeiro Civil no Brasil e tem premência por mudanças comportamentais em nossas áreas. Não só na área de segurança contra incêndios, mas e também na segurança global - como defino de forma mais ampla segurança em suas várias faces - três, dentre outros grandes pesos tem sido lançados sobre os diversos profissionais, causando-lhes, sobretudo, grandes feridas, a saber: A descrença de que um aluno pode se tornar um bom instrutor, ou seja, um excessivo controle umbilical e senso extremo de paternidade; A síndrome do baixo clero, ou seja, uma vez em determinada função, sempre sem evolução. Uma vez Dáliti, nunca poderá se chegar a ser um Brama (em relação às castas impostas aos indianos pela crença de que uma vez nascido na pobreza, dela jamais poderá sair, pois é seu destino sagrado); A mania da Hiena, ou seja, mesmo com a gama de serviços e facilidades disponíveis na internet para avaliar, validar e documentar certos informes, transformando-os em informação, não se deseja perder tempo em validar a fonte, mas apenas a praticidade imprudente, e às vezes criminosa, de citá-la ou compartilhá-la sem investigar de fato a origem e a intenção. Esses pesos são muito perceptíveis desde as postagens que acompanhamos e monitoramos durante um bom tempo nas redes sociais, bem como em pesquisas de campo que realizamos com dezenas de profissionais da área de segurança pública, do trabalho, contra incêndio e patrimonial. E na maioria das vezes, este prisma não está ligado somente aos pensamentos intra e interpessoal (maioria), mas também associados a preconceitos concebidos a partir da idéia de certa "homogeneidade profissional". Primeiramente, um educador, professor, instrutor, formador, disseminador, coach ou facilitador (como queiram), que não acredita ou desconfia do potencial de seu alvo de ação, já comete estelionato cognitivo contra si próprio e assina atestado de incompetência ao não reconhecer a excelência de seu próprio ensino, sendo credor "ad eternum" da falta de ferramentas de mensuração do seu trabalho. Por outro lado, não com menos razão, existem as desconfianças em relação e legitimidade de algumas instituições, como detentoras de moral e ética formadora, ou seja, há formações e supostas especializações que não deveriam ter nenhum crédito, porem, ainda falando sobre a mania da hiena, a maioria dos profissionais de recursos humanos - onde deveria haver maior rigor nas empresas - não tem formação e conhecimento mínimo aplicado as especificidades dos profissionais de segurança, o que há muito são embusteiros. Daí, ser muito comum encontrarmos, certas figurinhas carimbadas em alguns postos de bombeiros civis, dentre outros, que já são conhecidos pelos famosos jargões que nitidamente mostram suas personalidades. Um desses famosos jargões que ouvi de um dos bombeiros sob nossos cuidados em determinado tempo, numa planta de alto risco, nunca esqueci, a saber: ..."meu amigo! Não é comigo! Isso não é minha função! Dinheiro pouco se ganha na manha, tão querendo me derrubar!"... Fantástico não?! Observemos que sobre o segundo item, o item "b", há uma costumeira e falsa idéia de que uma vez bombeiro civil, há uma errônea concepção de que nunca se poderá evoluir para um outro nível e muito menos a um status de maior complexidade, o que faz com que muitos profissionais ao se encontrarem em eventos da área, sempre tenham a fraca idéia de que, ou o colega está lá, pois está procurando recolocação e entregar um currículo, ou porque está na "merda" profissional. Pouco se pensa que o profissional evoluiu e está em constante busca de aperfeiçoamento, daí a fatídica pergunta "você está onde", "ta fazendo o que", porém nunca com simplicidade, mas com um ar de quem se acha superior naquele momento. Já sobre o item "c", sempre temos algum péssimo exemplo que não deveria ser seguido, principalmente quando o mal exemplo vem de pessoas que supostamente deveriam ser exímios guardiões da ética e moral profissional. Recentemente, o dono de uma escola de bombeiros de São Paulo, muito mal informado, postou e foi compartilhado por um oficial do corpo de bombeiros militar, um comentário arcaico, preconceituoso e muito maldoso sobre a publicação de um colega da área. O que mais me chamou a atenção, não foram as fofocas ali elencadas de forma mentirosa e os comentários dos incautos que curtiram como ovelhas mortas o ato mentiroso, mas a total falta de responsabilidade do autor, dos que compartilharam e da maioria dos leitores em investigar, todas as acusações através dos sites institucionais e das agencias mencionadas no infantil comentário, demonstrando na prática como se está longe de obter coerência nas informações deflagradas criminosamente por aqueles que como a hiena adoram as sobras do que foi morto pelos leões. Por fim, é preciso conscientizar-se que no ensino de lideres, formadores de opinião e grandes profissionais como o são os Bombeiros Civis é preciso atuar com humildade, respeito, consideração em rede, zero ciúme e nenhuma vaidade, visando a excelência e o crescimento profissional de todos os anjos prevencionistas, bem como minimizar os "estranhamentos" e desconfianças com o que deveriam ser as maiores categorias do mundo. Que o grande arquiteto do universo nos ajude a ter condições e gingado suficientes para evitarmos ser atingidos por tais pesos, bem como não deflagremos as diversas medidas que deles podem surgir nas profundas chagas profissionais ao nosso redor, rejuvenescendo nosso pensamento como profissionais cada vez mais competentes e capazes de fazer cada vez melhor o que precisa ser feito. Fraterno abraço a todos!




Publicada em 27/02/2016
Pode Uma ONG, Oscip ou Outra Entidade do Terceiro Setor, Formar Bombeiros Civis?

por MESTRE APARECIDO

Olá amigos,

Desde a promulgação da Lei Federal 11.901 de 12 de janeiro de 2009, que até hoje não foi regulamentada, diversas indagações e várias especulações têm sido feitas sobre o que pode ou não pode ser o Bombeiro Civil. Sob este prisma, surgem ainda questionamentos diversos, sobre os quais se destacam,dentre outros, sua formação e a ingerência dos congêneres militares.

Dentre muitas dessas indagações, especulações e questionamentos, há os que efetivamente possuem muita coerência, porém há aqueles em que há apenas resquícios de total desconhecimento do que é ser Bombeiro Civil de fato e direito, ou ainda há muita confusão entre a atividade comercial estabelecida no pensamento e no bojo da lei, com as atividades voluntárias frequentadas e/ou desenvolvidas por grupos de bombeiros civis e algumas visões românticas acerca das atividades de bombeiros.

Dentre esses questionamentos, um que tem sido alvo de muitas pautas no momento é quanto a legitimidade, validade e viabilidade da formação de bombeiros civis por ONGs - Organizações Não Governamentais e outras entidades do denominado Terceiro Setor, ou seja, pode uma ONG, Oscip ou outra entidade do terceiro setor, formar bombeiros civis?

Como, sob aspecto geral, nossas leis e normas são multifacetadas, ao menos três outros questionamentos devem ser considerados, antes de tecer uma resposta minimamente próxima da realidade deste tão importante profissional e do ordenamento jurídico em vigor, a saber:

I) A ONG está inserida em um estado onde a formação do bombeiro civil tem regulamentação do congênere militar? Em havendo, ela é credenciada, mesmo como ONG, para esta finalidade? Ou seja, cumpriu os requisitos mínimos necessários para sua aprovação?

II) A ONG, tem definido em seu Estatuto Social, devidamente registrado no órgão competente, alguma atividade relacionada a formação desse tipo de profissional? Em caso afirmativo, qual o escopo da organização?

III) A ONG pretende ela mesma ministrar e certificar os formandos, ou fará um termo de cooperação com um centro de formação de bombeiros para tal fim?

Percebam os caríssimos amigos que estas três perguntas básicas, nos remetem a um universo muito amplo de discussão sobre o assunto, porém, as mesmas perguntas nos esclarecem algumas questões muito contundentes acerca de quem é e o que deve ser o bombeiro civil. Ao respondê-las e filtrar as respostas, teremos um fragmento muito importante do que deveria ser o obvio sobre o assunto.

Outro dado relevante a se considerar é o de que a formação de bombeiro profissional civil é de cunho privado e comercial, segundo a própria lei 11.901, que em seus artigos deixa claro que se trata de um profissional que exerce como ou não prestador de serviço, atividade remunerada, portanto capitalista e comercial. No entanto, há muitas organizações voluntárias, umas tentando imitar as ações do poder público e outras renomadas, que confundem a formação de um bombeiro voluntário, com a formação de bombeiro civil.

Sabemos, que todo bombeiro voluntario, pela característica de não ser persona militares, ou seja, pertencer a uma organização militar é um civil, porém, a sua formação de bombeiro voluntario, não assegura em regra da lei o exercício da profissão de Bombeiro Profissional Civil, uma vez que são atividades, a rigor da legislação congêneres e não a mesma.

Já, todos os bombeiros civis, podem e devem interagir em atividades voluntarias, salvo quando estas mesmas instituições tem em seu regimento interno a prerrogativa de que seus integrantes sejam primeiro triados ou capacitados pela respectiva instituição, o que pode demandar, desde um processo seletivo simplificado até uma seleção mais apurada e sistemática.

Discorridas, portanto, estas informações iniciais, acredito que estaremos abertos a uma discussão mais coerente e que corresponda a nossa realidade local e global, avaliando situações especificas e outras complexas para se assegure ao Bombeiro Profissional Civil uma formação eficaz, técnica, com qualidade e muito profissional para o exercício de sua missão prevencionista.





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